Páginas

Mostrando postagens com marcador intelectualidade. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador intelectualidade. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 22 de dezembro de 2014

Um amor de Guia


Oiiiee pessoal, tudo em cima? 

Estou escrevendo porque tenho uma super dica pra vocês, a Mayara Almeida (que foi quem nos deu a dica do livro Saga de Bravos da Patricia de Luna) nos trouxe dessa vez a dica do projeto da jornalista e escritora Natália Alcântara, achei muito interessante e uma forma genial de chamar a atenção para o caso da falta de cães guias aptos para guiar um deficiente visual, por isso, peço que vocês deem uma maior atenção para esta postagem.


No Brasil existem cerca de 6,5 milhões de pessoas com baixa ou nenhuma visão. Apesar desse número, encontram-se no país menos de 100 cães-guia treinados e aptos para guiar um deficiente visual. Essa realidade chamou a atenção da jornalista Natália Alcântara, apaixonada por cães, que se encantou pelo tema para sua conclusão de curso na faculdade.

“A ideia do projeto Amor de Guia brotou com a vontade de realizar dois sonhos, produzir um livro e ajudar a divulgar a importância dos cães-guia”, destaca a autora, que hoje se divide entre uma assessoria de imprensa, a manutenção da fanpage Amor de Guia e com o voluntariado na Escola de Cães Guias Helen Keller - a primeira escola da América Latina ligada à Federação Internacional de Cão-Guia.

O livro “Amor de Guia: A história de cães que emprestam seus olhos para quem não pode ver” fala de sonhos e esperança, de superação, de vitórias e conquistas! A narrativa traz histórias vividas pelos usuários de cão-guia e serve como uma fonte de inspiração para aqueles que desejam ter um cão-guia e resgata a esperança de todos aqueles que acreditam no potencial dos animais e também das pessoas. Há também as experiências vividas pelos socializadores e os instrutores, responsáveis por ajudar o cão a graduar-se como um guia.

No entanto, o objetivo maior é alertar para a realidade distante entre o cão guia e o deficiente visual devido à falta de profissionais qualificados para realizar o treinamento e ao alto custo desse processo. As escolas e instituições que realizam esse trabalho só conseguem finalizá-lo devido a doações, ajuda de voluntários e apoio de empresas públicas e privadas.

Inovação para chegar às prateleiras

O livro, para ser publicado, precisa da ajuda de todos. Isso porque ele faz parte de um projeto de financiamento coletivo (ou crowdfunding) realizado pela Bookstart.  A ideia é simples: um grupo de colaboradores contribui com determinadas quantias em dinheiro para que um projeto seja viabilizado.

Funciona assim: a Bookstart recebe uma proposta de campanha de um autor, analisa, aprova e coloca à disposição na web. Os leitores interessados podem então fazer uma colaboração em dinheiro (por cartão de crédito ou boleto) e, se o projeto atingir a meta preestabelecida, o dinheiro arrecadado é utilizado para viabilizar os custos de produção e distribuição do livro.

“O objetivo é oferecer um serviço que fique entre a autopublicação e o trabalho de uma editora profissional. "Vamos publicar com alguma qualidade e ao mesmo tempo dar capilaridade para autores independentes", afirma Bernardo Obadia, sócio da Bookstart.

E então, vamos ajudar?? 

Desde já, muito obrigada seus lindos!!

Um beijo,

Jéssica Curto

sábado, 4 de janeiro de 2014

Humanidade no Papel

Cadeiras enfileiradas, pessoas em ordem alfabética. Eu sento, olho o papel sobre a mesa e pego minhas canetas. A tinta escorre pelo impresso nas direções propostas pelos meus dedos ao traçar fórmulas, explicações, justificativas e opiniões. Rasuras, erros e correções também estão presentes. Eu não me importo se receberei a nota máxima, mas gosto de ter a certeza que pude extrair de minha cabeça o máximo possível, de exaurir toda a minha energia pensante por apenas alguns momentos, estimuladas por inúmeras sinapses que meus neurônios são capazes de gerar entre si. As informações ficam no documento.
Ruas construídas na cidade, pessoas em ordem cronológica. Eu ando, noto os indivíduos ao meu redor e começo a agir. Minhas atitudes geram consequências e efeitos nas pessoas de acordo com a minha maneira de pensar. Eles se aproximam, se afastam, apaixonam-se, desprezam-me. Eu não me importo com a opinião de todas as pessoas, mas tenho extrema preocupação e zelo com as amizades e amores que cultivei, pois toda essa interação ajudou a formar o que me constitui hoje. Minhas memórias permanecem em minha cabeça. 
Talvez a vida não seja muito diferente de um pedaço de papel. O que está escrito, o que foi amassado, riscado, pisoteado, rasgado, guardado e cobiçado nos papéis pode ser comparado com o que foi dito, ouvido, notado, feito, desprezado, repensado e lembrado nos seres vivos. Esses traçados constituem o ser por trás de todas essas ações. As ações dos humanos fabricam e modificam a humanidade das pessoas. É o que nos torna tão iguais e tão diferentes. É o poder de criar e destruir, capaz de fazer milagres e desgraças. 
O que importa não é fazer o certo, rumo à perfeição, mas sim agir com todas as forças para reproduzir no mundo o que o sujeito acredita ser o correto, de forma a evitar o surgimento de arrependimentos e amarguras. Não se necessita ser espetacular, mas viver de maneira consciente é imprescindível.

Lucas de Figueiredo


terça-feira, 18 de junho de 2013

A respeito do que está acontecendo em São Paulo, a minha opinião.

O direito de manifestar-se é legítimo. O subsídio das passagens dá dinheiro demais para cooperativas fajutas, que põem poucos ônibus na rua. Mas a desvalorização do transporte público por parte da sociedade em geral não pode ser esquecida. Vejam, não há espaço para tantos carros! Chegamos a uma situação que exige diálogo e cessão de interesses. Está cada vez mais difícil viver num mundo particular e ficar indiferente aos problemas da cidade. O sistema viário elitizado existe e está dando mostras de saturação.

As manifestações reúnem milhares. E as massas formam um conjunto muito curioso: os indivíduos se transformam dentro dela. Os medrosos ganham voz, e se sentem imortais. Esse fator, aliada à falta de organização do movimento (visto que é de interesse de todos, então não dá pra ser muito "fechadinho" mesmo) resulta em algumas barbáries pelo centro da cidade. Pois bem: a barbárie é tola, mas estão esquecendo o mérito da reivindicação. A grande imprensa sabe que isso vai muito além da passagem, muito além da insatisfação com o transporte público. É uma insatisfação com um sistema que nos educa para consumir, mas é incompetente para criar as condições de fazê-lo. Os vinte centavos farão falta àqueles que moram longe, ganham pouco e na maior parte dos casos não podem comparecer aos protestos.

Indo um pouco mais longe, o que está acontecendo é o reflexo de uma sociedade cada vez mais caótica, em que intransigentes não querem ver seus privilégios em risco. A pancadaria em si está além das passagens, tem a ver com exclusão e falta de voz. Torço sinceramente para que esses grupos, se é que podemos chamá-los assim - afinal é o povo todo que está envolvido com a questão - espero que eles reajam de maneira semelhante quando tivermos o julgamento do mensalão e outros casos que exijam postura da sociedade.

Da mesma forma, seria justo um protesto contra essa copa do mundo aqui, onde multinacionais ganham horrores e vão embora depois, deixando estádios vazios e estradas cheias e esburacadas. Estádio não é investimento em infraestrutura para o trabalhador! Os empregos que gera são temporários! Os investidores, quando forem embora, vão deixar a gente que nem a Espanha. Vamos ver.

Por isso, acho que a manifestação da passagem é justa e tem causas mais profundas, que a mídia em geral não pode dizer. O vandalismo de alguns infelizmente está ofuscando uma causa de todos.

Rafael Cardoso

segunda-feira, 27 de maio de 2013

Vídeo da semana #7



Quando vi este vídeo pensei em dizer muitas coisas, mas como o próprio já diz, vamos filosofar a respeito e tirar as próprias conclusões.
Comente ai embaixo o que você achou e o que tirou de proveito do mesmo =P

Beijos,

Jéssica Curto

domingo, 26 de maio de 2013

Das ruas para quatro paredes


Uma das inspirações da 2ª Bienal Internacional Graffiti Fine Art surgiu como resultado do sucesso das mostras Grafitti Fine Art. O Museu Brasileiro de Escultura (MUBE) criou essa bienal e, em setembro de 2010, uniu os principais nomes da arte urbana do mundo inteiro, com ênfase no Brasil.
Para o grafiteiro Davi Melo Santos, “a arte do grafite toca todo mundo independentemente da classe social”, algo que se verifica nessa exposição. A curadoria ficou por parte de Binho Ribeiro.
A garçonete Ana Maria Costa dos Santos, de 27 anos, não sabe grafitar, mas, como uma boa torcedora do Corinthians, mandou fazer o símbolo do timão grafitado em sua parede. “Acho interessante essa arte e quis levar um pouco para dentro do meu quarto. Deu um toque diferente na decoração.”
Essa manifestação artística é uma arte contemporânea, nascida em 1970, em Nova York, e até hoje tem um valor mundialmente conhecido e quebra os paradigmas da arte ao revelar um artista próximo ao público, que não se isola para criar.

Vanessa Silva


terça-feira, 13 de novembro de 2012

Influências sociológicas

Lendo Bauman, percebo que:
É preciso escolher. A sociedade de consumidores dá a liberdade de escolha, no entanto nos obriga a escolher (o que comprar, o que vamos ser, a quem vamos servir). E o tempo entre a vontade de ter algo, conseguir e a vontade de se desfazer dele é cada vez menor. Fala-se em sustentabilidade, mas o consumo (e o seu poder sobre a vida das pessoas) só aumenta. O prazer está em descartar, em seguir para o próximo nível. A sociedade é pensada para o consumismo (o consumo exagerado). O Estado, hoje, é apenas o braço coercitivo que visa garantir a soberania dessa instituição (se é que pode ser chamada assim), que é o mercado de consumo. E em nome dele, e não do público, é que se faz obras e melhorias (caso lhe convenham) na sociedade. O shopping metrô Tucuruvi, que está onde deveria estar um terminal de ônibus, é um exemplo que condensa tudo o que esse breve texto diz.

Rafael Cardoso

quarta-feira, 15 de agosto de 2012

Por um planeta mais saudável

Bicicleta, minha primeira vez from Wev_Silva on Vimeo.



A primeira vez que eu andei de bicicleta eu tinha dez anos, e me lembro que estava tão feliz de finalmente ter conseguido realizar o meu desejo, que apostei corrida e acabei me esborrachando no chão, com a calça rasgada e tudo rsrs.
Foi uma sensação totalmente única.
Desde muito nova eu sempre quis andar de bicicleta, eu via as pessoas na televisão e nas ruas e queria tanto saber qual era a sensação que elas tinham, do vento batendo no rosto, do corpo em pleno movimento ao ar livre, então meus pais resolveram, depois de muito enchimento de saco da minha parte, comprar uma magrela para mim, só que eles se esqueceram que não basta ter o objeto, é necessário ensinar como utiliza-lo e como eles não tinham tempo nem muita paciência, o meu sonho foi deixado para um segundo momento, e então, quando eu tinha dez anos eu resolvi que iria aprender a andar sozinha.
Na época, meus pais tinham uma farmácia, e eu era obrigada a ficar nela todos os dias, sem muitas coisas para fazer além de lições.
Então, um dia, eu comecei a treinar sozinha na rua, as pessoas me olhavam como se eu fosse louca, onde já se viu aprender sozinha algo que era um clássico de ter a ajuda alheia, mas eu não estava me importando com nada nem ninguém, eu iria conseguir o que tanto desejava custasse o quanto fosse.
Assim, depois de uma longa semana de batalha, eu finalmente aprendi, e foi mágico, a sensação de um objetivo alcançado, o sonho realizado, a alegria que eu me encontrava era inestimável.
E você acha que eu me importei com o tombo que levei? Que nada, troquei de calça e voltei a andar rapidinho.
Com certeza foi um dos dias mais felizes da minha vida.
Com esse mundo tecnológico, agitado e de uma super população, as pessoas se esqueceram das boas coisas da vida e com o imenso conforto proporcionado pelos carros para a sociedade, as pessoas simplesmente ignoraram o fato de que há um meio de transporte saudável e que pode fazer este planeta que chamamos de casa muito mais limpo e agradável.
Quem sabe, com a conscientização de todos, comecemos a ter mais ciclovias que serão benéficas não só para as pessoas de hoje como as do futuro, deixemos um lar adequado para nossos filhos e netos.
Pense nisso!

Beijos,

Jéssica Curto



quarta-feira, 1 de agosto de 2012

Kaori e o Samurai Sem Braço - Giulia Moon na Bienal do Livro de São Paulo 2012

Com efeito, havia uma aranha azul entre os seus dedos. Ela abria e fechava as pernas de modo sinistro, tentando morder Kaori.
– Está ouvindo? – disse a garota. – Ela grita.
Kitarô abanou a cabeça, intrigado.
– Não ouço nada.
– Pois eu ouço. – Kaori ergueu o rosto, apurando os ouvidos. – E as companheiras estão respondendo. Há milhares delas por perto, posso distinguir de onde
vem a maior concentração dos gritos. Talvez haja um ninho delas.
O samurai e a vampira entreolharam-se. Kitarô abriu passagem à garota.
– Primeiro você, bakemono.
Kaori começou a correr, o pano providencial sobre o corpo. Teve o cuidado de deslocar-se mais devagar para que o samurai pudesse acompanhá-la. As passadas vigorosas de Kitarô soavam atrás de si. Ele era forte e corajoso. Depois de muito tempo, podia correr sem se preocupar em olhar para trás. Percebia, agora, por que a kitsune escolhera este
mortal como seu senhor. Apesar de todos os defeitos, Kitarô trazia dentro de si uma força extraordinária, luminosa, que enchia de esperança os que sofriam com a dor, o abandono e o medo."
(Trecho do livro "Kaori e o Samurai Sem Braço", de Giulia Moon).



Oi pessoal,

vocês devem estar se perguntando o por que dessa letra roxa, não é mesmo?
Pois então, é que o post é muuuuuuuuitooooo especial!!!
Nossa maravilhosa Giulia Moon, autora que vem ganhando significativas repercussões com seus livros Kaori - Perfume de Vampira e Kaori 2 -
Coração de Vampira, fez mais uma criação fantástica, e eu não podia deixar de indicar aqui para os meus leitores maravilhosos esta obra que com certeza vai ser tão esplendida quanto às outras!!
A obra terá lançamento na Bienal Internacional do Livro de São Paulo no dia 18 d
e agosto.
Considerando que este livro não é a sequência de Kaori 2 - Coração de Vampira e sim algumas aventuras à parte de nossa querida nipônica, desperta, principalmente para os fãs desta personagem incrível, uma curiosidade muito maior e um amor absoluto pela obra que traz consigo ilustrações da própria autora, começando pela sua brilhante capa.
Iniciando-se a história em 1782 no Japão feudal, o livro faz referência à destruição que ocorreu no norte do Japão em 2011 (ao qual o nosso próprio blog chegou a relatar - http://jessicacurto.blogspot.com.br/2011/03/pray-for-japan.html).
A autora Giulia Moon jun
to da Giz editorial - editora da série Kaori - decidiram doar 2% dos lucros obtidos da primeira tiragem do livro Kaori e o Samurai Sem Braço para entidades assistenciais que auxiliam vítimas de catástrofes naturais como o ocorrido no Japão.
Mais um motivo entre tantos para querermos comprar esta produção tão fabulos
a, além é claro da leitura tão gostosa que certamente podemos esperar e da diversão ilimitada.

Leia a sinopse do livro:

Kaori e o Samurai Sem Braço
Série Kaori - Uma Aventura da Vampira Kaori
Giulia Moon - Giz Editori
al
200 páginas - Ano: 2012 - R$29,90

"Março de 2011, Brasil. Uma
bela vampira, Kaori, procura confortar seu amigo Takezo, que sofre com as notícias alarmantes sobre o tsunami que devastou o Japão, sua terra natal. As lembranças de outra catástrofe semelhante do passado levam Kaori a recordar o ano de 1782, quando conheceu um certo samurai sem braço: Migitê-no-Kitarô, um exterminador de monstros.
Kaori narra ao amigo as aventuras eletrizantes que viveu junto com Migite-no-Kitarô e a sua fiel companheira Omitsu, a mulher-raposa, enfrentando demô
nios e espectros do folclore japonês. O objetivo do trio é exterminar um terrível monstro devorador de almas, mas essa missão os levará ao mais arriscado dos confrontos: o desafio de enfrentar a si mesmo, às próprias fraquezas e arrependimentos, numa luta de vida ou morte!"

Não perca esta oportunidade de adquirir uma obra nacional de qualidade e de ter a honra de conhecer pessoalmente essa mulher tão doce que é nossa autora amada, Giulia Moon.

Beijocas,

Jéssica Curto

sexta-feira, 27 de julho de 2012

O Maior Brasileiro de TODOS os Tempos - O ABSURDO!!!!

Estava vendo os meus vídeos diários, quando me deparo com este.



Pois é, mais um do GRANDE Felipe Neto, mostrando toda a sua fúria sobre esta lista RÍDICULA que foi feita por um povo totalmente ACÉFALO!
Estou chocada com o quanto as pessoas não possuem o MÍNIMO de cultura e o MÍNIMO de intelecto para concluírem que pessoas que deveriam ser consideradas como MAIORES BRASILEIRAS DE TODOS OS TEMPOS deveriam no MÍNIMO fazer coisas EXTRAORDINÁRIAS pro nosso país!
Nós temos sim, figuras EXTREMAMENTE importantes ao longo de nossa história que deveriam ser valorizadas, o que de forma alguma nós vemos nesta lista infame e absurda!
A cólera que o Felipe mostra no vídeo não só demonstra a raiva e a frustração que fiquei ao longo do vídeo, como me preocupa o caminho que este país está tomando.
Nós temos TUDO para sermos O MELHOR PAÍS DO MUNDO!
O nosso país pega quase a América do sul inteira, nós temos um clima incrivelmente maravilhoso para a obtenção de uma variedade inestimável de alimentos, as paisagens são divinas, vê-se o tanto de turistas que desejam vir passar férias aqui!
Mas falta o essencial, que deslancharia com este país, falta um povo digno de um cérebro útil, um povo que sabe fazer suas escolhas e se ORGULHAR delas por trazerem resultados benéficos. Um povo que não se deixa enganar por falácias de políticos corruptos e imbecis. Um povo que não aceita ser roubado na cara dura por pastores safados e sem coração!
Deixo aqui a minha IMENSA revolta e espero sinceramente que com este post e este vídeo, as pessoas comecem a abrir os olhos.

Jéssica Curto

Clique aqui para ver esta lista absurda dos maiores brasileiros de todos os tempos.

quinta-feira, 17 de novembro de 2011

Por um mundo melhor!

Acho interessante que se você quer um país melhor, é bom começar a lutar pelo bem dele! Assinem, divulguem, participem!

J.H.C

terça-feira, 4 de janeiro de 2011

Designers coreanos criam saco que purifica água a partir da luz solar

Pessoal, esté site é muito bom, por tal fato resolvi copiar a reportagem e colocar abaixo minha opinião, acho que vale a pena!!


O saco possui alças que facilitam o transporte da água

Em muitas regiões do mundo, o grande problema envolvendo a água, não é apenas a escassez, mas também a falta de acesso a uma fonte limpa. Indignados com a situação de todas essas comunidades, três designers criaram um saco capaz de transportar comida e purificar água.

Os coreanos Jung Uk Park, Myeong Hoon Lee e Dae Youl desenvolveram o Life SackLee. O saco é uma invenção que pode transformar a vida de quem depende de doações de alimentos e não tem fontes de água limpa próximas de suas casas. Life Sack é uma espécie de container para o transporte de alimentos e que possui uma tecnologia diferenciada para o tratamento da água.

O recipiente usa o Processo de Desinfecção Solar de Água, que mata os organismos no líquido contaminado, a partir da radiação UV-A, que penetra com facilidade o PVC de que o saco é feito.

O filtro é capaz de remover todos os microorganismos e purificar a água

Há também, um filtro interno capaz de remover todos os microorganismos que tenham, pelo menos, 5 nanômetros (um nanômetro é igual a um milímetro dividido por um milhão). Para se ter uma ideia da eficiência do filtro, a bactéria causadora da tuberculose tem um tamanho de 200 nanômetros.

Pensando nas pessoas que caminham quilômetros até conseguirem comida e água, os designers ainda adicionaram alças de mochila no produto, o que torna o processo muito mais fácil. Depois, é só expor a água no sol e deixar o Life Sack agir purificando a água.

Não há informações sobre a venda do produto, no entanto, a ideia poderia inspirar até mesmo empresas do Brasil, já que a situação destas comunidades não é muito diferente do que vemos em várias regiões brasileiras, seja no sertão nordestino ou em cidades que não contam com saneamento básico.


OPINIÃO:

Uma ajuda, sem dúvida!!


Mas que maravilha,

a tecnologia vem avançando cada vez mais, com ela alguns prejuízos drásticos vem ocorrendo, mas esta sacola irá ajudar muito aqui no Brasil.

Se cada família de todas as regiões nordestinas brasileiras que tem uma grande escassez de água, obter de quatro a oito sacos cada um [considerando que não sei o quanto o saco suporta de água] já será uma grande ajuda, pois supondo que cada família tenha oito sacos, quatro ficam em casa sendo purificados enquanto quatro começam a se purificar, e assim vai-se revezando, o que ajudaria muitas famílias necessitadas.

É claro que não podemos esquecer de que isso não muda o fato de termos de tratar essas águas poluídas, porém colaboraria muito nesse processo que parece ser tão demorado.

O governo brasileiro deveria comprar dúzias desses sacos e distribuir há todos que necessitam, pelo menos estaria fazendo algo, melhor do que deixar as pessoas se adoecerem por falta de limpeza de algo que é responsabilidade pública!

Genial!!!

São pessoas assim que me fazem ter vontade de lutar por um planeta mais justo e saudável:

SITE: http://www.ecodesenvolvimento.org.br/noticias/designers-coreanos-criam-saco-que-purifica-agua-a/view#1294164750

Espero que tenham gostado, achei realmente fantástica a idéia!!

E você também pode deixar o seu comentário, dizendo o que achou e dando idéias de como utilizá-lo.

J.H.C

sábado, 1 de janeiro de 2011

Receita De Ano Novo

Para você ganhar belíssimo Ano Novo
cor do arco-íris, ou da cor da sua paz,
Ano Novo sem comparação com todo o tempo já vivido
(mal vivido talvez ou sem sentido)
para você ganhar um ano
não apenas pintado de novo, remendado às carreiras,
mas novo nas sementinhas do vir-a-ser;
novo
até no coração das coisas menos percebidas
(a começar pelo seu interior)
novo, espontâneo, que de tão perfeito nem se nota,
mas com ele se come, se passeia,
se ama, se compreende, se trabalha,
você não precisa beber champanha ou qualquer outra birita,
não precisa expedir nem receber mensagens
(planta recebe mensagens?
passa telegramas?)

Não precisa
fazer lista de boas intenções
para arquivá-las na gaveta.
Não precisa chorar arrependido
pelas besteiras consumadas
nem parvamente acreditar
que por decreto de esperança
a partir de janeiro as coisas mudem
e seja tudo claridade, recompensa,
justiça entre os homens e as nações,
liberdade com cheiro e gosto de pão matinal,
direitos respeitados, começando
pelo direito augusto de viver.

Para ganhar um Ano Novo
que mereça este nome,
você, meu caro, tem de merecê-lo,
tem de fazê-lo novo, eu sei que não é fácil,
mas tente, experimente, consciente.
É dentro de você que o Ano Novo
cochila e espera desde sempre.

Carlos Drummond de Andrade


quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

Choque de civilizações dentro e fora dos países

Para muitos, lidar com as diferenças ainda é tabu. Suprimi-las é o ideal?

A prática denominada bullying existe há muito tempo, mas só agora recebe nome. Nas escolas, alunos ofendem colegas que, na visão deles, possuem “defeitos” físicos e/ou mentais, podendo causar graves problemas emocionais. Na internet, o cyber-bullying: grupos e pessoas fazem comunidades criticando seus inimigos. Através dos sites de relacionamento, até marcam encontros para um combate corpo a corpo. Recentemente, um cruzeirense foi morto por torcedores do Atlético Mineiro, o time rival. Evidencia-se um aumento da intolerância às diferenças do próximo em diversos seguimentos da comuni-cação social.
É interessante. Na atual sociedade – globalizada, informatizada e dinâmica – temos cada vez mais acesso a informações do mundo inteiro, distâncias se encurtam. As pessoas deveriam estranhar culturas distintas? Está mais difícil viver isolado socialmente nos grandes centros urbanos. Podemos ainda, porém, nos tornarmos uma “ilha”?
Sim, mas agora nós chamamos amigos para ela, nosso mundo particu-lar, e ficamos alheios a todo o resto. A variedade de opções culturais não tem sido acompanhada de uma eventual tolerância das nações àquilo que é novidade. O que dizer, por exemplo, do fundamentalismo islâmico, machista e retrógado?
As etnias não deram as mãos, têm medo de perderem sua identidade. Até dentro de um país as disparidades podem ser gritantes entre a população: língua, tradições, forma de pensar, tudo varia conforme a região. A falta de respeito a essa diversidade é o problema principal. Vivemos um choque de civilizações.
A ONU, as ONGs e diversas constituições democráticas pregam a igualdade de direitos entre as pessoas. Não é novidade que a prática não segue a teoria. Assim, milhões de homens e mulheres vivem à margem da sociedade devido a disparidades econômicas, sendo discriminados dentro de sua própria pátria.
Então o ideal seria moldar as culturas, pensam dezenas de corporações espa-lhadas pelo globo. Desse modo, as exigências do mercado seriam ditadas por elas: menos específicas e, portanto, menores. Os consumidores tão somente seguiriam o restante da massa. Teriam fim os conflitos ideológicos, certo?
A unificação das culturas – o que geralmente significa a supressão de uma por outra – não deve ser motivada. Ela busca apenas incentivar a paranoia do consumismo. No entanto, as corporações que citei descobriram que nenhum ser humano é absolutamente igual aos demais. Mudaram de plano: disponibilizam vários produtos culturais, moldando a sociedade e dividindo-a em “tribos”. A luta entre elas enfraquece o sujeito que não se identifica com nenhuma. Então escolhemos (ou somos influenciados a): ser roqueiro, funkeiro ou pagodeiro, por exemplo. Se roqueiro, metaleiro ou emo? O importante é pertencer a um grupo. Você tem que gostar de música, senão é esquisito.
Quantas são as mulheres que tem tendência a serem magras? Quantos homens podem ser altos e fortes? Quem não consegue atingir o padrão costu-ma se sentir mal. A liberdade individual vem sendo desestimulada pelos meios de comunicação por fatores econômicos. Por isso, a psicologia é a profissão do futuro.
A mídia vende tantas ideias... Poderia ao menos oferecer esta: todos nós somos igualmente diferentes. Por que, na escola, as matérias dividem-se entre humanas e exatas? Porque em português (humanas) duas respostas totalmente diferentes podem estar igualmente corretas! Em humanas, dois e dois nem sempre são 4. Ora, a humanidade é complexa, cheia de particularidades.
Pode ser difícil aceitar o que não conhecemos bem, mas tolerância é fundamental aos povos. Com ela, os estádios de futebol estariam sempre cheios, desfrutando a alegria de um esporte sem violência. DJs e metaleiros poderiam, quem sabe, serem bons amigos. Protestantes e católicos não brigariam até a morte na Irlanda do Norte. Teríamos o mundo imaginado por John Lennon, assassinado há exatos 30 anos, por Martin Luther King e tantas outras pessoas que lutaram e conseguiram: o hoje não é tão ruim como poderia ser.
Não é necessário revoltar-se contra o “sistema”, é só não se tornar refém dele. Que tal pensarmos no futuro? Nada utópico. Apenas pare de se queixar porque seu vizinho usa azul e você, vermelho. O que fará toda a diferença será simplesmente respeitá-la, a própria diferença.

Rafael Cardoso
15 de dezembro de 2010

quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

A Vida Muda

Me peguei vendo um dos tantos vídeos do Felipe Neto, e me deu vontade de reler alguns posts que fiz no blog há algum tempo atrás.

Meu blog não tem mais de nove meses, e eu já escrevi coisa pra caramba nele!

Ok, venhamos e convenhamos, tive uma boa ajuda.

Mas o fato é, eu realmente escrevi bastante coisa nele, hoje eu acho que são horríveis, mas vi o quanto evoluí.

A vida é uma constante evolução das coisas, ontem eu tinha um pensamento, hoje tenho outro e amanhã terei um novo. As opiniões mudam, os conceitos se diferenciam, e nós, sem notarmos, somos moldados conforme vamos vivendo.

Felipe Neto. Felipe Neto é um cara que só queria expressar as opiniões dele e acabou virando moda na sociedade, mas veja, nem tudo é ruim. O cara não só mudou muitos pensamentos como mostrou que a vida pode sim ser boa, pode sim ser como desejamos, basta lutar!!

E com simples demonstrações, muitas vezes até hilariantes, ele conseguiu fazer com que toda uma geração de pessoas que não tinham mais sentido na vida, começassem a ter voz ativa. Esse tipo de pessoa é que molda a sociedade, são as grandes cabeças. O problema é quando a sociedade se deixa levar pelas cabeças erradas.

A questão é que, às vezes achamos que não somos capazes de alcançarmos nossos sonhos e objetivos, e que vamos ser constantes a vida inteira, e a verdade é que não, não vamos, por mais que queiremos, mas isto não significa que precisa ser ruim, só significa que a vida segue, e que devemos aproveitar cada instante.

Os planos vão mudar, as ideologias vão se diferenciar, as pessoas vão evoluir. É um ciclo constante, basta agora nós criarmos este ciclo conforme desejarmos.

J.H.C


quinta-feira, 7 de outubro de 2010

O pesar da idade atrapalha no desenvolvimento de algumas pessoas

Quando nascemos, já estamos pré destinados a morrermos, cedo ou tarde.

Mas conforme crescemos adaptamos ideologias de vidas, de formas, de estilos...

A sociedade aos poucos vai nos corrompendo e aniquilando o senso lógico existente em nossos cérebros.

O meio sempre transformou e sempre transformará o todo, exceto os fortes, estes conseguirão combater as ideologias impostas e criar os seus próprios conceitos.

E são justamente estes que aos poucos, vão se libertando da sociedade em que vive e criando seu próprio método de vida ideal.

As pessoas têm medo de arriscar o novo, o surpreendente, o diferente.

As pessoas têm medo de quebrar as rotinas, apesar de odiá-las.

As pessoas reclamam, mas nada fazem.

E assim, vive-se nesse meio, bem ou mal, mas vive-se.

O ato de sobrevivência vem sendo comum ao ser humano há alguns longos anos já, e ninguém mais liga realmente para o que é viver, apenas sobrevive-se, como bem der.

As pessoas perderam o censo crítico, o julgamento necessário para a felicidade, para a própria felicidade, não a alheia.

As pessoas se preocupam apenas com o outro, sempre o outro, e apenas sabem reclamar de suas meras vidas, em vez de se preocuparem em como concertá-las.

Cada vez mais, a sociedade está ficando desgastada, assim como o meio em que vive.

E me pergunto, até onde aguentaremos? Até onde isso vai chegar? Será que terá um fim? Ainda existe alguma solução de salvamento?

Poucos sábios... Extintos diante a sociedade opressora.

Pena.

Podia ter sido maravilhoso...

J.H.C


sexta-feira, 3 de setembro de 2010

Escrever e Colocar Para Fora

O ato de escrever, para mim um dom maravilhoso, no entanto eu mesma não acredito que sei escrever tão bem assim.
Escrever é minha diversão, meu passa tempo, minha terapia e minha cura, no papel junto da caneta à mão, expresso todos os meus sentimentos momentâneos, porém permanentes quando fixados em uma folha.
Pensamentos às vezes que, se não fosse pela escrita, me esqueceria rapidamente.
Não acho que escrevo bem, mas acho que é o melhor que faço, pelo menos, é o que mais gosto de fazer. Me da o sentimento de liberdade total, não na ação de mostrar para alguém, pois ai corremos o risco de termos críticas, mas na hora propriamente dita que estou colocando letra por letra no papel, se não gostar ou me arrepender depois, é muito fácil, basta amassar, rasgar ou queimar e tudo acaba na lata de lixo.
Não vou tentar aqui colocar desta vez palavras difíceis ou bonitas para enriquecer o texto, na verdade minha intenção desta vez é apenas escrever e só, se ficará agradável aos olhos depois, isso já não sei dizer.
O fato é que a maioria das pessoas, pelo menos todas as que conheço, são 100% boas em alguma coisa, e eu ainda não encontrei no que realmente sou boa.
Não basta escrever e gostar do artefato se os outros não gostarem, a vida de um escritor tende a ser muito curta e obscura quando seu maior sonho, que é escrever, é completamente ignorado ou não agrada a uma boa população.
Eu, como escritora, quero levar minhas idéias à diante, para serem discutidas, nem que seja negativamente, pois para uma pessoa ser negativa quanto a algo, ela no mínimo tem de saber do que fala.
Eu longe dos sonhos de algumas pessoas, nunca quero ser ensinada ou estudada obrigatoriamente em escolas se um dia chegar a ser importante, porque acho que nada deve ser feito obrigatoriamente, tudo o que é feito forçadamente não sai bem feito, e principalmente a escrita e a leitura não deveriam ser algo forçado.
A escrita é uma arte e a leitura uma paixão, ambas tem de ser realizadas com vontade e sabedoria.
Os professores gostam muito de forçar seus alunos as coisas, e cobram do que ensinaram nas provas, mas isto é um ato ridículo e muito burro.
A pessoa que precisar ir bem na prova irá decorar a matéria, no entanto passado um tempo já terá esquecido completamente tudo.
O aluno que não liga para a nota, sem dúvida nem se preocupará em decorar.
E é ai que está o erro, ensinando e fazendo com que se entenda as devidas coisas, ficará guardado para todo o sempre.
A avaliação estudantil deveria ser bem diferente, primeiramente porque ensina-se como se todos fossem iguais e conseguissem assimilar as idéias igualmente, e o erro já começa por ai.
Devia-se ensinar o contexto para todos sim, é claro, contudo o correto seria ter um ensino particular, desenvolvendo cada pessoa ao seu modo.
As provas seriam execradas, nada forçado. Então, quando o aluno se sentisse preparado marcaria uma “prova” com o professor da devida matéria, mas seria algo individual para evitar o constrangimento, e sem dúvida mais um bate papo do que uma cobrança propriamente dita.
Lógico que o aluno teria um prazo para fazer esta “prova”, mas acho que seria bem mais adequado algo mais rilex.
Não consigo entender por que o ser humano transformou a própria vida em um inferno.
É tensão para todos os lados, as pressões só tendem a crescer e crescer, as pessoas trabalham para viver melhor, e não vivem porque tem de trabalhar, quando notam deixaram uma fortuna para outras pessoas aproveitarem a vida, mas não o farão, pois tem de continuar multiplicando cada vez mais a fortuna. Isso quando não ocorre da pessoa acabar com toda a herança por não saber administrar.
E, é claro, quando a pessoa trabalha uma vida inteira para ter bens e uma boa vida e não atinge o objetivo, será frustrada pela eternidade, é o que normalmente ocorre com a população.
Engraçado que, aqueles que largaram mão dos sacrifícios pelo dinheiro são taxados de vagabundos.
E não são? Afinal, não fazem nada da vida.
Acredito que a vida tem de ser aproveitada como um todo, com sabedoria e intelectualidade, mas também com sossego e paz.
É bom para o físico, mental e espiritual que sejamos inteligentes, o ato de pensar nos faz evoluir, mas não é preciso nos matarmos para isto.
A vida seria tão mais bela se não houvesse diferenças entre os povos, cada um com seu modo e suas diferenças, não estou dizendo que não pode existir pobre e rico, depende do seu ponto de vista.
Para algumas pessoas seria suficiente um carro simples e de bom uso, para outras um belo e cheio de artefatos, e por que não satisfazer à ambos?
Isso não significa que o “pobre” seria pobre, ele teria o que desejasse, o que é feito e eu não aprovo é a inveja.
Por exemplo, quando se é criança: Você quer muito uma mochila azul que viu na loja. Sua mãe, bondosa e generosa a compra para você.
Logicamente que você ficará feliz, afinal, tem o que deseja.
Um tempo depois um amiguinho aparece com uma mochila azul com bordados amarelos. Você acha a dele bem melhor e começa a desprezar a sua mesmo sendo nova e a que você escolheu.
Por que isso? Afinal, você não tem o que deseja? Por que achar que as coisas dos outros é melhor? Isso não faz sentido.
Eu acho que já está mais do que na hora das pessoas pararem de invejarem umas às outras, de quererem coisas só porque outras pessoas às têm, de até quererem se assemelhar fisicamente umas com as outras.
A sociedade obriga porque a população aceita, se as pessoas começarem a se negar diante estes atos, a sociedade por completa mudará, afinal, quem faz a sociedade são as pessoas, logo, as pessoas mudando, consequentemente a sociedade também mudará.
Já está mais do que na hora da população considerar o que faz e pensar antes de fazê-lo.
Tudo gera conseqüências, boas ou ruins, depende de suas escolhas e seus atos.

J.H.C