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quarta-feira, 3 de julho de 2013

Os dois lados do mesmo jogo

Por Vanessa Silva


A Editora Record lançou mais uma obra de Sidney Sheldon, dessa vez junto com a autora Tilly Bagshawe. “O reverso da Medalha” tem uma continuação, da saga da família Backweell – “A Senhora do Jogo”.

 Sidney Sheldon usou em sua obra, a presença feminina, que tanto gosta e compõem seus romances. Porém desta vez, usou mais de uma personalidade feminina para enaltecer sua obra.
O que dizer das adoráveis e por vezes detestáveis Lexi Templeton e Eve Blackwell ou o sobrenome Webster, depois do infeliz casamento, onde nasceu seu filho Max Webster.
Essas mulheres transbordam de manipulação e beleza para conseguirem tudo o que querem. No decorrer da história, vemos o poder que a empresa Kruger – Brent tem sobre a família. Não só por obter um alto padrão de negócios, gerando riquezas em diversas áreas. Mas, também como nasce um desejo, um vício, uma paixão em conduzir esta empresa, tomar posse de tudo e todos.
A ganância transgrede qualquer ser humano e as possibilidades de manter a paz interna são impossíveis, quando se quer controlar tudo e driblar os adversários da própria família. São como peças de tabuleiro que preenchem seu jogo obsessivo pelo poder.
Sheldon devia com certeza ter usado o plural no título do livro “A Senhora do Jogo”. São perceptíveis as várias “senhoras” que conduzem a trajetória de suas e mais vidas. São persuasivas, calculistas e frias, em alguns pontos. São capazes de se esquecer, sacrificando-se, só para dar lugar a grandiosa e magnífica Kruger-Brent.

Inocência transgredida 

Ao nascer Lexi Templeton estava fadada a sofrer e superar desafios. Sua mãe Alexandra Templeton morreu ao dar a luz. Seu pai nunca superou a morte da esposa e sobreviveu em meio a conflitos internos e, mergulhado ao álcool.
Aos oito anos de idade, Lexi foi sequestrada dentro de seu próprio quarto. Vestia apenas uma camisola, frágil e indefesa, era apenas uma criança. Mas, muito inteligente e sagaz. Durante o sequestro, seu pai ficou desesperado e acionou a polícia para iniciar as investigações e saber sobre o paradeiro da filha caçula.
Depois das buscas, eles chegaram tarde ao cárcere, a menina teve sua inocência transgredida e violada por um dos homens. “Uma das mãos cobria sua boca, mas Lexi pôde sentir a outra metendo-se embaixo de sua camisola. Não! Uma dor profunda entre suas pernas encheu seus olhos de lágrimas.
Após o estupro, o esconderijo foi explodido por uma bomba, esse estrondo tirou durantes anos a audição da jovem Lexi. O que não impediu a garota de se vingar de seu sequestrador e de ingressar sua busca incansável em atingir o poder da Kruger- Brent. Os fatos a tornaram mais forte e capaz.
Seu primo Max, era por quem sempre teve uma atração, com certeza esse fator atrapalhava seus planos. Dividida constantemente, entre o amor e a razão. "Uma mulher notável, de uma família notável. Todos conhecemos a coragem e a integridade de Lexi Templeton. Sua força, sua determinação, seu tino para os negócios, sua honestidade..." Todos conheciam sua trajetória de vida, a imprensa se encarregou de divulgar todos seus erros e acertos, além das experiências traumáticas em que viveu, quando seu pai apontou a arma para ela e seu irmão Robert.
Max a pedido da mãe, sempre tentou de alguma forma impedir Lexi de conquistar a confiança dos acionistas da empresa. Revelando as peripécias sexuais da prima, com diversos homens e lugares inapropriados. O que abalou a imagem da mulher de negócios. A vida de Lexi desabou, por vezes, mas era apenas para constatar a magnitude de sua inteligência.

Amarguras e desavenças familiares 

Eve Webster sempre teve inveja de sua irmã gêmea, Alexandra. Então direcionava seu ódio para sua sobrinha Lexi, já que alguns anos depois a irmã morreu.
Nessa saga, percebemos os conflitos internos que os personagens vivem diante da obsessão e paixão.
Max Webster vê sua própria mãe como uma deusa, deseja a todo custo tocá-la. O incesto é algo que o menino, desde muito novo, não sabe administrar, nem mesmo compreende o se passa em seu interior. Max é manipulado o tempo todo e tem uma cobrança dentro de si, de jamais fracassar com seu amor por Eve. Fica perceptível a agonia do garoto nesse trecho. “Max esperou até que a mãe tivesse dormindo profundamente. Então, ficou deitado acordado, sorrindo, lembrando-se da expressão de surpresa no rosto do pai enquanto caía. Agora você é o homem da casa. Nunca mais vai precisar me dividir com ninguém.
Ao conviver com Lexi Templetor percebe como são parecidas fisicamente, demora muito tempo para admitir a si mesmo o amor que sente por Lexi.

Senhoras e senhores do tabuleiro

Sheldon nos apresenta às personagens incríveis, no primeiro livro da saga “O reverso da medalha” consegue deixar todos aflitos pela conquista de Jamie McGregor. Esse personagem construiu a Kruger-Brent, após ir para a África do Sul, em busca dos diamantes. Sofreu muito, foi enganado diversas vezes e perdeu os diamantes, entretanto, não desistiu e após quase perder a vida, transmite uma mensagem de perseverança. Torcemos a cada página por sua persistência e paixão pela luta. “Resvalou a consciência, de onde foi despertado por uma agonia terrível, insuportável. Alguém estava lhe esfaqueando a perna. Jamie levou um segundo para recordar onde se encontrava e o que estava acontecendo. Entreabriu um olho inchado. Um enorme abutre perto estava atacando sua perna, arrancando selvagemente sua carne, comendo-o vivo, com o bico afiado. Jamie viu os olhinhos pretos e o rufo sujo em torno do pescoço. Sentiu o odor fétido do pássaro. Tentou gritar, mas nenhum som saiu de sua boca. Freneticamente, sacudiu-se para a frente, sentindo o fluxo quente de sangue a escorrer de sua perna. Podia ver as sombras dos imensos pássaros ao seu redor, aproximando-se para liquidá-lo.  Sabia que a próxima vez em que perdesse os sentidos seria a última. No instante em que parasse, os abutres estariam novamente devorando-lhe a carne. Continuou a rastejar. A mente começou a vaguear, delírio. Ouviu o barulho das asas dos abutres se aproximando, formando um círculo ao seu redor. Estava agora fraco demais para afugentar os pássaros. Não lhe restavam forças para resistir. Ele parou de se mexer e ficou imóvel na areia escaldante. Os abutres se adiantaram para o banquete.
Deixa-nos mais próximo de nossas próprias imperfeições. Compartilha a trajetória do personagem, com momentos inesperados e extremamente difíceis. Superação é apenas mais um tema que engaja a saga. Os personagens têm uma personalidade muito bem construída, com histórias de vida, como a da humanidade. Eles erram, caem e se levantam.
O fim de cada capítulo te obriga a ler o seguinte, pois é inesperado. Peguei-me preocupada com um ou mais personagens.
O autor deixa- o crescer junto com a história, é como se os conhecêssemos e desejamos saber como estará no próximo capítulo, se está bem ou infelizmente a vida lhe foi tirada. Constrói uma afinidade. Sheldon transforma toda a rotina de uma família feliz em uma desgraça inimaginável. Os sentimentos são arrancados de nós em cada página. As surpresas no decorrer são inevitáveis. “O primeiro banho na suíte real fora maravilhoso. Jamie ficara recostado na água quente, deixando que o cansaço se esvaísse do corpo, recordando os acontecimentos incríveis das últimas semanas. Fora apenas algumas semanas antes que ele e Banda haviam construído a balsa? Parecia que fora há muitos anos. Jamie pensara na balsa, levando-os até a placa “Sperrgebiet”, os tubarões, as ondas violentas, as minas, o imenso cachorro em cima dele... Os gritos abafados que ressoariam para sempre em seus ouvidos: “Kruger...” “Brent...” “Kruger...” “Brent...””. É apenas o início da construção de um império de negócios.

Detalhes de Sheldon 

Em suas obras Sidney Sheldon não conseguia enganar seus leitores, então em todos os lugares em que descrevia no livro “A Senhora do Jogo”, ele já esteve.  Deslumbra-nos com detalhes que se encarregam de unir as frases e deixar uma leitura extensa, mais leve, como um passeio.
A expectativa é realçada na passagem do livro, tantas coisas ruins aconteceram a Lexi que quando algo começa a desandar temos piedade. É o envelhecer juntos. E relembrar quando Max e Lexi eram crianças ou de seus nascimentos. Pois os acompanhamos até a velhice. O final feliz nem sempre está presente, isso chega mais perto da vida real.

Ficha técnica: Páginas 461. R$ 40. Editora Record.


quinta-feira, 30 de maio de 2013

Nas sombras da Inquisição

Noah Gordon mescla História e biografia ficcional em
O Último Judeu

A obra de Noah Gordon, O Último Judeu, conta a história de Yonah Ben Helkias, filho do ourives de Toledo, Helkias Toledano, a partir de 1489. Na época, a Península Ibérica travava seu confronto decisivo com os muçulmanos da região, num processo conhecido como Reconquista. Após a vitória, em 1492, o foco é desviado para a questão dos judeus. É aí que começa a dura jornada dessa família judaica.
A Igreja de Toledo não era muito conhecida no reino de Castela, pertencente à Espanha. Um dia, porém, o padre Sebastián Alvarez viu uma chance da paróquia se destacar: ele tinha familiares ligados ao Cardeal Rodrigo Lancol, muito influente no Vaticano. Por meio de sua cunhada, ele convence Rodrigo a enviar uma relíquia sagrada para a Sé de Toledo. Um osso de Santa Ana, mãe da virgem Maria, ficou sob a res-ponsabilidade do padre. Sebastián logo chamou o ourives da cidade para fazer um cibório, ou seja, um receptáculo adornado em ouro para abrigar o presente.
Helkias Toledano era um grande ourives. Certa vez criou uma rosa de ouro e prata pela qual o conde Fernan Vasca jamais pagou: eis algumas desvantagens da origem judaica naquele tempo. Ao ser incumbido do cibório, o fez com todo o esmero e deu para seu filho Meir levar até a Igreja. No entanto, o jovem foi assaltado e morto no meio do caminho. O padre tenta solucionar o caso e pede ajuda para o médico Bernardo Espina, judeu convertido espontaneamente ao catolicismo. Bernardo tem medo, mas aceita investigar a morte do menino. A Inquisição descobre e, em pouco tempo, ninguém sabe mais onde está o doutor.
Enquanto isso, os judeus da região recebem um ultimato: ou se convertem, ou devem morar em outro local. Helkias recusa sua conversão e a de seus dois filhos, Yonah, de 13 anos e Eleazar, de seis. Seu irmão sugere que eles partam para Valência, mas antes Helkias queria resolver pendências com os nobres que lhe deviam. Um dia antes de partir, o frade Bonestruca inflama os cristãos de Toledo contra o ourives, que é morto em sua própria casa, enquanto Yonah foge pelos fundos para uma caverna próxima. Eleazar es-tava com Benito Martín, um cristão amigo da família.
Após três dias, Yonah sai da caverna e descobre o que ocorreu. Benito pretende adotá-lo e convertê-lo, mas ele foge da casa e começa sua jornada pelo mundo. Decide que continuará a ser judeu não importa o que acontecer, em memória de seu pai e em respeito a Deus, que lhe permitiu ser o último judeu vivo de toda a região. Todos os seus parentes já tinham partido. Sua vida muda radicalmente a partir daí.
Yonah mergulha numa longa jornada rumo ao desconhecido. Trabalha como peão, marujo e em muitas outras profissões. Está sempre fugindo da sombra da inquisição em toda a parte. O livro descreve, com muitos detalhes, os vinte anos seguintes de Yonah e suas andanças pela península: Gibraltar, Denia, Valência, Huesca, Saragoça, Cuenca, Granada, Sevilha, Salamanca, Tembleque e, finalmente, a própria Toledo.
Enquanto peão e também como marujo, Yonah aprende a proteger sua identidade sob o nome de Ramón Callicó. Sua adolescência é um bocado solitária, embora conheça dezenas de pessoas. Está sempre fechado a amizades para não se entregar. A Inquisição reina por toda a Espanha e ele revê o frade Bonestruca, algoz de seu pai. A partir daí, Yonah percebe que não deixará o passado para trás.
A obra de Noah Gordon é o resultado de anos de pesquisa sobre o povo judeu durante o período da inquisição. O autor investigou o provável itinerário de um judeu errante em meio às possibilidades logísticas da época. Ouviu diversos pesquisadores e também moradores das regiões pelas quais passou seu personagem. Tudo isso para descrever com argúcia inúmeros detalhes geográficos que contextualizam as decisões que Yonah toma em seu trajeto. Da mesma forma, Gordon teve de construir uma ideia do comportamento judaico em tempos de forte opressão.
A cultura hebraica sempre possuiu uma solidez invejável, que atravessou séculos e lugares inóspitos. A
resistência de Yonah em se converter retrata toda essa força da tradição judaica em seus praticantes. Aos 13 anos, o último judeu sabia de cor todo o calendário que aprendera com seu pai e se lembrava das datas especiais e seus con-sequentes ritos de homenagem. No exílio, as lições foram ficando opacas, porque era sempre um risco rezar ou acender as velas do Shabat, um período de recolhimento e descanso para os judeus. Apesar de toda a cautela, o leitor notará que a vida do rapaz está sempre em risco, seja no mar, seja testando as armas que ajudou a fazer ou até como médico. 
A história da vida de Yonah não é um bocado de acontecimentos desconexos. Como em todo bom livro, a história se dá cheia de reencontros e é recheada de belíssimas reviravoltas. Desde o início, fica a expectativa de que Yonah possa rever seu irmão, Eleazar. Mas enquanto sonha com esse dia, o judeu vai achando outras pessoas muito importantes ao longo do caminho, e muitas são boas candidatas a serem sua esposa. 
O Último Judeu é a História (com h maiúsculo mesmo) contada pela experiência de um indivíduo, um relato riquíssimo da vida por ser exatamente como ela é: não linear, embora repleta de fatos que lhe conferem certa unidade.

Rafael Cardoso

terça-feira, 9 de abril de 2013

Oz – Mágico e Poderoso



A produção da Disney “Oz – Mágico e Poderoso” começa com uma temática circense até a primeira parte da trama, quando o mágico chega a Oz. O ilusionista Oscar Diggs (James Franco) trabalha em um circo itinerante, no Kansas, no ano de 1905. Antes de se apresentar, ele combina com uma moça para que participe do seu truque de levitação. Na hora de fazer o número tudo vai bem, até que uma menina pede ao mágico que a faça andar. A família e a plateia imploram, mas Oscar não pode atender ao pedido. E termina o espetáculo sob vaias e pipocas.   
De volta a seu trailer, Oscar encontra Vanda, sua antiga paixão. Ela o avisa de que vai se casar em breve, por pressão da família. Mas enquanto se despedem, eis que surge um homem furioso com o mágico: começa uma perseguição pelas tendas do circo. Oscar entra num balão e consegue escapar, mas vai em direção a um tornado. Pode-se dizer que aqui termina a primeira parte do longa, que é toda em preto-e-branco.
O balão é sugado sem resistência para o epicentro do tornado e ele faz uma promessa: se não morrer, promete ser uma pessoa melhor, que pensará um pouco mais nas outras pessoas. De repente o balão chega a uma terra espetacularmente bela. O filme ganha cores incríveis graças à vegetação do mundo de Oz.
A primeira pessoa que o mágico encontra é a bruxa Theodora (Mila Kunis). Eles enfrentam alguns perigos até chegarem à Cidade das Esmeral-das, onde ele é apresentado à Evanora (Rachel Weisz). Ela lhe conta que a bruxa má quer conquistar o trono e segundo uma profecia ele é o único que pode detê-la.  Se conseguir, se tornará o rei de Oz, um mundo onde tudo funcionava bem até as forças das trevas tomarem o poder. Tomado pelo desejo de ser rico, Oscar resolve ajudar mesmo sabendo que não é um mágico de verdade.
Antes de conhecer Evanora, ele se enamorou com Theodora e disse que governariam Oz juntos. Mas ao deixar a Cidade das Esmeraldas para derrotar a irmã das duas, nem sequer se despediu dela. Evanora mostra à irmã que o mágico é um enganador e propõe que se unam para matá-lo. Para isso, dá-lhe uma maçã verde que transforma qualquer pessoa boa em má. Theodora come e adquire um aspecto horripilante, que ela faz questão de manter para que seu ex-amado veja o mal que lhe fez.
Durante sua jornada, o mágico consegue dois companheiros: o macaco alado Finley, que lhe jura lealdade para o resto da vida, e uma bonequinha de porcelana. Seguindo as placas, os três chegam até a bruxa Glinda. Quando roubam sua varinha, percebem que ela não é malvada. Glinda é incrivelmente parecida com Vanda, a ex-namorada do ilusionista. A bruxa explica a verdadeira situação: seu pai foi morto por Evanora, que vem assolando Oz com sua crueldade. O mágico resolve ajudar Glinda na luta contra as bruxas maléficas e é levado a uma enorme bolha, dentro dela estão os habitantes exilados de Oz. 
O mágico precisa de um bom exército, mas observa que os habitantes de Oz são criaturas pacíficas. Há os inventores, os dançarinos e os trabalhadores comuns. Acredita que será impossível vencer os soldados inimigos e conta a Glinda que não é mágico de verdade. Mas antes de deixar Oz, Oscar fala com a menina de porcelana sobre Thomas Edson. Conta-lhe que ele era um homem que via o futuro, que fazia muito com pouco, que tinha determinação e inventividade. Pessoas assim é que conseguiam vencer na vida, porque eram persistentes naquilo que lutavam. De repente se dá conta de que não precisa ser um mágico de verdade. Tanto em Oz como em qualquer lugar, a verdadeira magia é desenvolver o potencial que se tem. Para ganhar a guerra, talvez não seja necessário armas essencialmente bélicas, mas sim um pouco de criatividade.
O mágico de Oz ensina a seus inventores sobre o cinema, os fogos de artifício, a eletricidade e várias outras invenções que revolucionaram o início do século XX. Com um pouco de estratégia, bastaria amedrontar os adversários com armas que eles desconheciam. Após certo tempo, o exército de Oz avança até a Cidade das Esmeraldas. É como se quisessem retomar a capital.
Disfarçado de guarda e graças a um espião, Oscar adentra os portões da cidade sem maiores problemas, com alguns parceiros. Enquanto isso, os dragões das duas irmãs se lançam sobre um punhado de espantalhos que distraem as inimigas. Glinda dá suporte mágico ao plano, mas é capturada por suas irmãs e levada à praça central, onde será executada diante da população.  
O mágico diz que seu último truque será o melhor: ele solta um balão cheio de ouro em pleno céu. Todos pensam que ele está à bordo, que fugiu de fato, que não tomou jeito e se manteve egoísta. Theodora acerta o balão com sua magia e derruba-o. Instantes depois, surge um holograma em preto-e-branco do rosto de Oscar no local da queda. Todos ficam pasmos com o que seria o seu espectro, porém, é só projeção. Fogos de artifício são lançados, truques de mágica se espalham pelo ar. Theodora resolve fugir enquanto há tempo e Evanora escapa depois de perder o seu colar da juventude para Glinda, que escapa do cárcere com a ajuda da menina de porcelana. 
Para efeito de compreensão, a maioria em Oz acha que o mágico morreu e virou um fantasma protetor. Assim, com esse último truque de ilusionismo, o ilusionista procura proteger Oz de qualquer inimigo. A liberdade é restaurada em Oz pelo mágico que não faz magia.
A adaptação da obra de L. Frank Baum para o cinema procurou mes-clar alguns trechos dos livros que compõem a história original. Mas uma das modificações mais notáveis é que a Cidade das Esmeraldas já está pronta quando Oscar chega, e não é construída por ele como nos livros do autor. O espantalho apareceu sob uma forma sindical, ou seja, um exército de espantalhos, que fizeram uma rápida aparição na obra e nem ganharam presente do mágico. Mas para os novos protagonistas ele deu presentes muito simples, como uma máscara para o ajudante ranzinza, a sua amizade para o fiel escudeiro Finley e o seu amor para a bruxa Glinda.
Fica claro qual é a moral do filme. Ela reverencia o empreendedoris-mo. Em vez de procurar uma fórmula mágica para os nossos problemas, devemos nos entregar ao trabalho. No filme, somente ele nos conduz à liberdade. Mas para que a trama não deixe o amor de lado e cheire a capitalismo selvagem, a problemática da conduta vira pano de fundo. Oscar é extremamente egoísta e arrogante em boa parte da trama, principalmente com seus subordinados. Ao entrar na Zona protegida de Oz, quase fica de fora: apenas os de bom coração podem passar pela bolha que envolve o lugar. Mas graças a sua persistência no trabalho, desenvolveu as características que um bom homem deve ter: respeito, generosidade e disposição para agir.

Ficha técnica: Oz – Mágico e Poderoso

• Lançado em: 8 de março, nos Estados Unidos
• Direção: Sam Raimi
• Trilha Sonora: Danny Elfman
• Adaptação de: The Wizard of OZ, The Wonderful Wizard of Oz.
• Duração: 130 minutos.

Rafael Cardoso

sábado, 15 de dezembro de 2012

Kaori e o Samurai Sem Braço


E a última resenha do ano não poderia ser nada mais, nada menos do que a dela, é claro, Giulia Moon!
Hoje trago para vocês a mais nova obra da nossa japonesa preferida, Kaori!

Caso não tenha lido as outras resenhas, confira nos links abaixo:

Kaori - Perfume de Vampira: http://jessicacurto.blogspot.com.br/2012/05/kaori-perfume-de-vampira.html

Kaori 2 - Coração de Vampira: http://jessicacurto.blogspot.com.br/2012/11/kaori-2-coracao-de-vampira.html

Para os curiosos e apaixonados por esta série, vamos lá!
Primeiramente, não se trata do volume três da série de Kaori e sim de uma aventura aparte da personagem.
O livro se inicia com o nosso querido Takezo se preparando para ir ao Japão que acabara de sofrer catástrofes naturais, não é pra menos, nossa nipônica resolve visitar o amigo para dar-lhe forças e percebendo suas intenções decide contar um pedacinho do seu passado, onde também passou por uma catástrofe.
1782 no Japão feudal, Kaori... Bem, não sei se posso dizer que é a nossa Kaori de sempre, pois apesar do seu perfume inebriante e natural, ela não é exatamente como nós a conhecemos... Não dava tanta importância para a aparência, por assim dizer e não era tão experiente como nos dias de hoje.
Assim, acaba em uma dessas curiosidades (aliada à falta de oportunidade) quase morrendo, sendo salva por dois seres bondosos, o querido Kitaro-sama, nosso ronin e a (linda, maravilhosa, perfeita, comilona, engraçada e divertida *____*) Kitsune Omitsu que já deu as caras em Kaori 2 - Coração de Vampira.
Tendo agora esta dívida com o nosso Samurai, e o mesmo precisando da sua ajuda para capturar e eliminar da face da terra um bakemono horrível, ela resolve partir nesta aventura onde diversão, drama e perigo surgirão aos montes no caminho deste trio tão diferente e tão único.
Além da história ser interessante e inovadora, o volume trás um diferencial fantástico, desenhos que a própria autora fez, espalhados pelo livro todo!
É realmente uma obra de arte que merece ser valorizada e comentada, eu ainda sou da opinião que Giulia Moon deveria começar a traduzi-lo, faria fama no Japão com certeza!

Um pouco da autora: 

Giulia Moon é uma escritora (maravilhosa) que adora falar sobre este universo vampiresco com muita imaginação e criatividade.
Possui três coletâneas de contos publicados: Luar de Vampiros (Scortecci, 2003), Vampiros no Espelho & Outros Seres Obscuros (Landy, 2004) e               A Dama-Morcega (Landy, 2006).
Em 2008 lançou junto de mais seis autores o livro Amor Vampiro (Giz Editorial) onde eu conheci esta magnífica autora.
Em 2009 publicou o primeiro volume desta saga: Kaori - Perfume de Vampira (Giz Editorial) e em 2011 lançou a sequência: Kaori 2 - Coração de Vampira (Giz Editorial).
Este ano eu tive a honra de ver e participar do lançamento deste livro na Bienal do Livro 2012, você pode conferir um pouco do evento no link abaixo:

http://jessicacurto.blogspot.com.br/2012/08/um-pouquinho-de-kaori-e-o-samurai-sem.html

Para conhecer um pouco mais a autora, adicione-a no facebook: https://www.facebook.com/giulia.moon

Acesse seu blog: http://phasesdalua.blogspot.com.br/

E visite seu site oficial: http://www.giuliamoon.com.br/ 

Dica de Natal:
Não há presente melhor para se dar do que um belo livro, então, segue alguns sites onde você pode encontrar Kaori e o Samurai Sem Braço à venda:


Livraria Martins Fontes: http://www.martinsfontespaulista.com.br/ch/prod/431440/KAORI-E-O-SAMURAI-SEM-BRACO.aspx

Livraria Cultura: http://www.livrariacultura.com.br/scripts/resenha/resenha.asp?nitem=30181774&sid=774201163141215328047746318

Livraria Saraiva: http://www.livrariasaraiva.com.br/produto/4091062/kaori-e-o-samurai-sem-braco-uma-aventura-da-vampira-kaori/

Beijos e boas festas ^_^

Jéssica Curto

segunda-feira, 26 de novembro de 2012

Contos Infantis Tornam-se Adultos Sun Holiver

E a novidade de hoje é a resenha de um livro que analisa alguns contos infantis que muitos de nós ouvimos ainda quando crianças.
Devo admitir que quando a querida Cármen Machado do blog Ideias de Canário me convidou para fazer parte deste Book Tour e eu vi o título da obra, pensei que estaria lendo uma versão adulta das fábulas, onde rolaria muitas coisas picantes e pontos de vista inovadores.
No entanto, o livro se trata de avaliações da autora Sun Holiver sobre seis contos tradicionais feitos pelos irmãos Grimm: Chapeuzinho Vermelho, A Branca de Neve, Rapunzel, João e Maria, A Bela e a Fera e a Gata Borralheira.
Sobre uma perspectiva adulta, a autora analisa características psicológicas de cada personagem envolvido nas histórias, nos fazendo perceber que muitas das vezes detalhes importantes passam completamente despercebidos por nossos olhos, mas que deixam ideias e reações registradas inconscientemente em nossas mentes, resultando em atitudes que muitas vezes pode vir a nos prejudicar.
O livro é diminuto e de uma leitura rápida, porém tenho que dizer, um pouco cansativa, lembrando muitas das vezes uma literatura de autoajuda.
Talvez por ter tido uma ideia totalmente diferente da realidade, a frustração tenha sido maior do que o coerente, mas há de se ver que o título do livro também não faz muito jus ao proposto, acredito que se fosse algo mais como ''O estudo dos contos infantis'' provavelmente faria com que a ideia fosse mais clara.
De qualquer forma, tenho que ressaltar que não deixa de trazer informações adicionais válidas, e vale lembrar que tudo é útil para vermos o mundo sempre de maneiras e formas variadas.
Para os que são metódicos, irá agradar.



Um pouco da autora:

Sun Holiver é gaúcha, historiadora, museóloga, professora e escritora.
Autora do livro O Assassinato de Agatha Christie (Soler, 2007).
Em 2010 lançou esta coletânea de análises sobre os contos infantis pela Editora Movimento.

Para conhecer a autora, adicione-a no Skoob:

http://www.skoob.com.br/autor/6944-sun-holiver

Beijos,

Jéssica Curto

quarta-feira, 21 de novembro de 2012

Kaori 2 - Coração de Vampira

Cá estou para presenteá-los com mais uma resenha de nossa querida vampira nipônica Kaori, a mais linda que eu conheço (que Missora não leia isso! rsrs).
Eu tenho que admitir que não sabia como fazer esta resenha, já faz três dias que terminei o livro, mas não conseguia colocar em palavras toda a emoção que ele me causou e toda a perfeição que ele se mostrou.
Qualquer mera tentativa de explicá-lo não será o suficiente para demonstrar tamanha beleza de tal obra prima, mas vamos tentar.
Para os que não conhecem a nossa linda Kaori, confira a resenha do primeiro volume neste link:

http://jessicacurto.blogspot.com.br/2012/05/kaori-perfume-de-vampira.html 

Para os que já conhecem e são amantes desta narrativa maravilhosa, mas que ainda não leram este volume dois vamos à história.
O livro se inicia no Rio de Janeiro, com uma japonesa pra lá de sexy dando “bobeira” em um bar de Copacabana, quando se depara com uma presa pra lá de diferente, um jovem que escapa por pouco de um ataque zumbi, isto mesmo, a história veio recheada de zumbis minha gente!
O modo dele agir desperta interesse em Kaori, que resolve conhecer o rapaz mais a fundo, o que ela não sabe é que este envolvimento com o garoto no meio do ataque zumbi pode lhe causar mais dor de cabeça do que o imaginado.
De repente ela se vê em uma grande emboscada com desmortos correndo atrás dela, (quem não quer o corpinho de Kaori? Mas a pobre passa por cada situação... rsrsrs) sendo pega despreparada, ela tem de ser ágil para deixar o jovem seguro e ao mesmo tempo precisa salvar a própria pele, mas ai é que surge o nosso estranho exterminador Kliman, um homem que a princípio vai fazer qualquer leitor achá-lo intruso e até um pouco abusado, mas que ajuda a livrar a cara da nossa vampirinha, e é ai que a nossa história começa, com a descoberta de um vírus que está atacando seres sobrenaturais e até alguns humanos e deixando o nosso IBEFF (Instituto Brasileiro de Estudo de Fenômenos Fantásticos) completamente maluco para arranjar a solução deste problema sem fim, além do trabalho que eles já estão tendo com a atenção triplicada em cima do nosso vampiro malvado de Kaori - Perfume de Vampira, Felipe, que está sob os cuidados do nosso Instituto.
Mas a história não para por ai, surpresas inacreditáveis ocorrerão e até um cabaret de seres sobrenaturais a nossa querida autora Giulia Moon criou, levando o leitor a completo delírio!
“E a nossa malvada Missora?” Você deve estar se perguntando, pois ela resurgirá muito mais forte e com muito mais garra, e será que desta vez nossa Kaori irá se safar? Com tantos seres querendo a sua cabeça, ela conseguirá ganhar essa luta desenfreada?
Recheado de novidades, desde kitsunes até botos, esse livro, com certeza irá agradar a gregos e troianos.

 Um pouco da autora:

Giulia Moon
é Paulistana, já foi ilustradora, diretora de criação, diretora de arte e agora é a nossa linda autora!
Possui três coletâneas de contos publicados: Luar de Vampiros (Scortecci, 2003), Vampiros no Espelho & Outros Seres Obscuros (Landy, 2004), e A Dama-Morcega (Landy, 2006).
Em 2008 lançou junto de Martha Argel, Adriano Siqueira, Nelson Magrini, André Vianco, Nazareth Fonseca e J. Modesto o livro de contos Amor Vampiro (Giz Editorial) onde encontramos uma versão "demo" de Kaori.
Em 2009 publicou o seu primeiro romance: Kaori - Perfume de Vampira (Giz Editorial) e em 2011 lançou esta maravilhosa obra prima, Kaori 2 - Coração de Vampira (Giz Editorial).
Sempre na área de literatura fantástica, a autora é coeditora do fanzine FicZine e da Scarium Magazine.

Para conhecer um pouco mais a autora, adicione-a no facebook: https://www.facebook.com/giulia.moon

acesse seu blog: http://phasesdalua.blogspot.com.br/

E visite seu site oficial: http://www.giuliamoon.com.br/

Beijos,

Jéssica Curto


domingo, 29 de julho de 2012

Adorável Noite - Adriano Siqueira

Paulista, diagramador, design gráfico, um dos fundadores do grupo ‘’Tinta Rubra’’, primeiro grupo de escritores brasileiros de vampiros na internet, ganhador do prêmio Codex 2011 para a antologia Amor Vampiro, dono e mantenedor do site Adorável Noite, Adriano vem deixando sua marca no pescoço de muita gente.
Iniciando sua carreira em 1996 com contos de terror e vampiros pela internet, desde então não parou mais de produzir e está deslanchando cada vez mais com a sua carreira, apoiando os autores nacionais e fazendo com que cada mais leitores se apaixonem por suas obras.
De uma gentileza inestimável, este homem brilhante me deu uma grande honra, resenhar seu livro, então lá vai.

Adorável Noite do autor Adriano Siqueira é um livro de contos de terror e mistérios.
Cheio de imaginação, o escritor escrever sobre perspectivas totalmente diferentes do usual neste universo mágico de vampiros, lobisomens e fadas.
Com muita criatividade ele leva o leitor para viagens inimagináveis, fazendo a pessoa desfrutar até a última gota de licor sanguinolento que ele possa oferecer.
Se tratando de uma literatura fantástica, podemos esperar muitos enigmas a serem desvendados ao longo de sua leitura, transformando os contos em uma diversão aterrorizante.
Adriano Siqueira é autor de diversos contos de terror e trás para seu público pela primeira vez um livro inteiramente seu, repleto de magia e sedução.
Para todos os gostos, Adriano junta sabores e encantos totalmente únicos.
Um livro para ler e para amar.

Um pouco de Adriano Siqueira:

Se você quiser conhecer um pouco mais o autor, acesse seu blog: http://www.contosdevampiroseterror.blogspot.com.br/

E adicione-o no facebook: https://www.facebook.com/adriano.siqueira

Compre o livro Adorável Noite: http://www.estronho.com.br/livraria/product.php?id_product=10

Me apaixonei completamente pela obra, e para valorizar cada vez mais a literatura nacional e seus autores, venho trazer uma grande surpresa para vocês, uma super promoção!!
Clique aqui e participe!

Beijos,

Jéssica Curto.

terça-feira, 22 de maio de 2012

KAORI - Perfume de Vampira

É com imenso prazer que venho hoje apresentar uma saga que satisfaz não só a mente como a alma, e esta é Kaori - Perfume de Vampira da consagrada autora Giulia Moon.
Não pense você que esta é apenas mais uma obra qualquer de vampiro, pois estará se enganando enormemente!
Apaixonante do começo ao fim, esta obra prende o leitor e o suga para dentro de suas páginas como quem suga sua presa até a última gota de sangue, lhe entregando em troca prazeres, diversão, dores e sofrimentos, mas que no fim lhe farão sem dúvida alguma uma pessoa mais forte e com certeza muito mais sábia!
O livro se passa entre o Japão antigo, onde lendas eram temidas e o comércio estava começando a se descobrir em meio a presença do Ocidente e em uma São Paulo caótica, onde gente é o que não falta e a tecnologia é de última geração!

Kaori é uma jovem japonesa à flor da pele, órfã de mãe, vive com o pai que é um trabalhador dedicado, mas as ideologias da epoca rezam para que as mulheres em determinada idade se preparem para casar e criar suas próprias famílias, com casas cheias de filhos e um marido para comandar.
A nossa pequena oriental, diferente das demais, não deseja viver esta vida, prefere muito mais ficar ao lado do pai, ajudando-o com seu humilde trabalho, embora saiba que o casamento com um bom partido traria um bom negócio para seu pai, que se nega a casar à filha nestes termos, principalmente com os últimos boatos que surgiram, de meninas que desapareceram misteriosamente.
A cafetina da região, Missora, é claro que não gosta desta ideia, principalmente por Kaori ser tão diferente e enigmática das demais garotas da epoca. Com medo de que sua filha seja obrigada a se sujeitar à esse tipo de coisa, o pai a manda para longe, para protegê-la, mas a nossa Madame Missora está determinada à ter o seu troféu, que lhe renderia sem dúvida alguma muitos pretendentes e muito dinheiro.
Kaori temendo pela vida do pai resolve retornar, e é ai que nossa história começa, entre conflitos chocantes de fúrias e estratégias racionais, nossa Kaori passa por mals bocados, com o intuito de conseguir vingar os males que a vida vêm lhe causando.

Por outro lado, estamos na São Paulo do século XXI, onde pessoas tem pressa, não olham por onde andam e só querem chegar aos seus destinos o mais rápido possível!
Sendo assim, fica fácil para um olheiro de vampiros se misturar e conseguir através de observações detalhadas, catalogar biotipos físicos desses seres sobrenaturais.
Samuel, um vampwatcher excêntrico, cheio de manias, trabalha para o IBEFF (Instituto Brasileiro de Estudo de Fenômenos Fantásticos) o que, para alguém curioso ou até mesmo sem grandes habilidades é um feito e tanto, mas a profissão não é tão fácil como parece e os riscos de você não voltar vivo na manhã seguinte para o seu apartamento, são imensos!
Para azar de Samuel, enquanto aguarda que algo de novo aconteça, um desses meninos de rua surge para lhe pedir dinheiro, e vendo que o rapaz estava sendo sincero, acaba por comprar-lhe uma bela refeição, o que provavelmente foi um erro, pois esse tipo de coisa nos faz nos apegarmos, mesmo que momentaneamente, e foi o que aconteceu.
Depois de se retirar do local, percebeu, um pouco mais longe dali, o garoto na garupa de uma moto, de adivinhem só, um vampiro!
Sentindo-se na obrigação de salvar o pobre, Samuel se arrisca à enfrentar o valentão de pele de mármore, começando ai uma corrida contra o tempo, que levam-no à fatos cada vez mais complicados de serem desvencilhados.

Kaori não é um livro comum, em sua essência você se depara, desde a magnífica capa que é atrativa aos olhos mais críticos, a cenas de erotismo extremamente forte, com suas Antigas Artes de Submissão, até momentos engraçados ao qual seres possuem um palavreado tão estranhamente semelhante ao de índios que é impossível não dar uma gargalhada ou outra em determinadas cenas.
Comovente e cheio de emoções, esse livro vai fazê-lo ter dos mais profundos sentimentos de amor até os mais obscuros ódios.
E garanto à você, que ao terminar, a sua vontade será apenas uma... A de querer mais!
Kaori veio para ficar, e para marcar à todos com o seu inebriante perfume!


Um pouco de Giulia Moon:

Se você quiser conhecer um pouco mais a autora, acesse seu blog: http://phasesdalua.blogspot.com.br/

E adicione-a no facebook: https://www.facebook.com/giulia.moon

Beijos,

Jéssica Curto

sexta-feira, 20 de abril de 2012

OLAM

Heeey pessoal,

comecei a ler Olam - crônicas de luz e sombras do autor L.L.Wurlitzer hoje, e foi o maior prólogo que eu já li na vida!!!!
Foi o mais emocionante e grandioso também!!!
Eu percebi uma coisa que só direi mais pra frente, mas esse livro promete MUITO!!
Decidi que irei postar aqui todos os dias as fases que estou tendo e as emoções que o livro estão me gerando, SEM spoilers, pelo menos, não muitos eu garanto!!!!!
Espero que gostem, eu com certeza estou amando esse início, tomara que continue assim!!!

Beijos,

Jéssica Curto

sexta-feira, 13 de abril de 2012

Super hiper mega novidade!!! :]

Oiiiiii pessoal!!

Tudo bem com vocês?
Comigo está tudo óóótimoooo!!!!
Eu vou contar um segredo pra vocês, eu não deveria estar aqui falando nada do que eu estou prestes a falar, sabia?? Pois é, meus dedos não resistiram, e eu tive que deixar TOOOODOOOOS vocês curiosos também!
Há poucas horas atrás eu recebi um livro aqui em casa chamado Olam - Crônicas de Luz e Sombras da editora Agathos que é simplesmente fantáááástico!! O visual dele é incrível!!!
Estarei postando daqui alguns dias uma resenha dele com fotos pra vocês, mas por hora, fiquem ai com a curiosidade e a vontade de ler, com esse trailer dele =P.
Uma coisa é certa, promete e vai dar o que falar!

Beijos,

Jéssica Curto