Desistiria do meu ego, me desprenderia do meu intelecto, seria alguém mais modesto, tentaria ser mais humano; amor, carinho e dedicação seriam minhas premissas básicas. Talvez um pouco mais humilde, em determinados casos mais honesto, a ânsia da teatralidade menos concentrada, o ímpeto por conflitos menos exacerbado, enfim tentaria ser um pouco melhor, por você...
Fernando Martins
terça-feira, 4 de dezembro de 2012
segunda-feira, 3 de dezembro de 2012
Você venceu...
Sim... Você conseguiu, eu perdi e você ganhou, na batalha de fazer o outro sofrer você é melhor.
Somente espero que um dia você sinta a mesma sensação... E isso se reflita... Em mim... Em você... Em nós...
Fernando Martins
domingo, 2 de dezembro de 2012
sábado, 1 de dezembro de 2012
O sentido da vida
Estava magoado, me perguntando qual era o significado disso tudo, da vida... Por que as pessoas são tão cruéis? Aonde isso irá levar? No fim, não é tudo igual pra todo mundo? Por que tem que ser torturante... e difícil?
Meu coração batia lentamente e a brisa em meu rosto era gelada e cortante.
Do que adiantava lutar tanto? O que eu estava buscando afinal?
A mão se levantou automaticamente, encaixando com certa perfeição o revolver em meu crânio, as lágrimas rolavam pelo rosto, se encerrando em meus lábios e me dando um gosto salgado e ruim.
Não queria mais viver nessa vida em que tudo na verdade não passa de sobrevivência,sem saber o que ocorrerá amanhã, sem ter controle sobre nada nem ninguém...
A vida era injusta e amarga e não merecia ter a minha presença ali, fazendo a sua vontade.
Fechei os olhos e respirei profundamente, eu teria controle sobre as minhas decisões, começando pela minha vontade de não mais viver, e fosse como fosse, eu seria o único dono do controle da minha vida.
A arma disparou e o som ricocheteou pelos sete cantos.
O corpo ali caído, ensanguentando o chão com uma grande poça de sangue não tinha mais a face para mostrar a expressão do falecido, mas se tivesse, com certeza teria mostrado pela primeira vez, a felicidade que se encontrava presente em seus lábios.
Finalmente tinha encontrado a liberdade que tanto desejara e embora muitos não entendessem ou não se conformassem, pela primeira vez, ele fez o que realmente desejava sem depender das aprovações alheias.
O que os outros iriam falar da sua atitude? Isso já não mais lhe interessava, ele já não pertencia aquele mundo, o seu espírito estava livre para finalmente poder viver!
Jéssica Curto
Meu coração batia lentamente e a brisa em meu rosto era gelada e cortante.
Do que adiantava lutar tanto? O que eu estava buscando afinal?
A mão se levantou automaticamente, encaixando com certa perfeição o revolver em meu crânio, as lágrimas rolavam pelo rosto, se encerrando em meus lábios e me dando um gosto salgado e ruim.
Não queria mais viver nessa vida em que tudo na verdade não passa de sobrevivência,sem saber o que ocorrerá amanhã, sem ter controle sobre nada nem ninguém...
A vida era injusta e amarga e não merecia ter a minha presença ali, fazendo a sua vontade.
Fechei os olhos e respirei profundamente, eu teria controle sobre as minhas decisões, começando pela minha vontade de não mais viver, e fosse como fosse, eu seria o único dono do controle da minha vida.
A arma disparou e o som ricocheteou pelos sete cantos.
O corpo ali caído, ensanguentando o chão com uma grande poça de sangue não tinha mais a face para mostrar a expressão do falecido, mas se tivesse, com certeza teria mostrado pela primeira vez, a felicidade que se encontrava presente em seus lábios.
Finalmente tinha encontrado a liberdade que tanto desejara e embora muitos não entendessem ou não se conformassem, pela primeira vez, ele fez o que realmente desejava sem depender das aprovações alheias.
O que os outros iriam falar da sua atitude? Isso já não mais lhe interessava, ele já não pertencia aquele mundo, o seu espírito estava livre para finalmente poder viver!
Jéssica Curto
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