Pessoal,
eu já sou fã há algum tempo do blog Um Sábado Qualquer, acho as tirinhas do Carlos Ruas maravilhosas, e queria um modo de divulgá-lo sem plagiar o trabalho dele, eis que encontrei a solução!
Ele lançou um projeto mensal chamado ''Quer que desenhe?'' que consiste em, enquanto desenha, explicar mensalmente conceitos básicos de física, biologia, religião e filosofia. Achei a ideia fantástica, ''ensinar brincando''! Por isso, estou vindo aqui para dizer que, sempre que ele postar um vídeo novo nessa categoria, ele será postado também aqui no blog!
Espero que se divirtam!!
Confiram, vale a pena!
Beijos,
Jéssica Curto
sexta-feira, 4 de maio de 2012
quinta-feira, 3 de maio de 2012
O MEDO E A MODA
A moda manda ficar na média
Manda moldar-se ao mundo
Escolher a escola que lhe disseram melhor ser
E o emprego que emprega num segundo
Tentar sonhar é senha pra triste sina
De ver ser impossível fazer o que se imagina
A moda e o medo nos chamam a bordo.
A moda e o medo mandam desse modo.
A madame Medonha medra e muda,
Pois apara a aparência
E repara a aparência
De quem quer que seja:
Pode ser boa, esperta e cativa,
Mas se falta à moça a beleza altiva
Na vida lhe é inútil qualquer tentativa.
A moda da madame Medonha
É usar véu todo dia,
Sua saia é sem alegria,
Pra que firme qual o chão
Seja a sua melancolia:
Seu design é, portanto, a solidão.
São possíveis apenas más possibilidades,
Vergonhas, frustrações.
Nossas limitações,
Senhoras verdades (péssimas combinações).
A moda do medo da madame Medonha
É tentar ter tudo sem tentar
É sonhar um sol à sombra sem se sacudir
É esperar que a espera espante
A batalha que sempre está por vir.
Rafael Cardoso
Manda moldar-se ao mundo
Escolher a escola que lhe disseram melhor ser
E o emprego que emprega num segundo
Tentar sonhar é senha pra triste sina
De ver ser impossível fazer o que se imagina
A moda e o medo nos chamam a bordo.
A moda e o medo mandam desse modo.
A madame Medonha medra e muda,
Pois apara a aparência
E repara a aparência
De quem quer que seja:
Pode ser boa, esperta e cativa,
Mas se falta à moça a beleza altiva
Na vida lhe é inútil qualquer tentativa.
A moda da madame Medonha
É usar véu todo dia,
Sua saia é sem alegria,
Pra que firme qual o chão
Seja a sua melancolia:
Seu design é, portanto, a solidão.
São possíveis apenas más possibilidades,
Vergonhas, frustrações.
Nossas limitações,
Senhoras verdades (péssimas combinações).
A moda do medo da madame Medonha
É tentar ter tudo sem tentar
É sonhar um sol à sombra sem se sacudir
É esperar que a espera espante
A batalha que sempre está por vir.
Rafael Cardoso

quarta-feira, 2 de maio de 2012
Sala de aula
E de novo, este absurdo!
Eu não ia embora disto?
Não ia deixar esse mundo
Insano, essa Pauliceia Desvairada?
Ia. E abriria mão,
Juntamente, de viver.
Viver o que está por vir.
O agora irá embora
(E não sem hora!)
Por isso venho
A esta ágora da loucura
E resisto bravamente
Em partilhar com eles
A minha:
Ruídos sociais da Comunicação Social.
Rafael Cardoso
Eu não ia embora disto?
Não ia deixar esse mundo
Insano, essa Pauliceia Desvairada?
Ia. E abriria mão,
Juntamente, de viver.
Viver o que está por vir.
O agora irá embora
(E não sem hora!)
Por isso venho
A esta ágora da loucura
E resisto bravamente
Em partilhar com eles
A minha:
Ruídos sociais da Comunicação Social.
Rafael Cardoso
terça-feira, 1 de maio de 2012
Meu mar
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