Sentirei saudades de todos,
Dos mais chatos até os mais legais.
Sentirei saudades das brigas,
Sentirei saudades das risadas,
Sentirei saudades das pressões
E das liberdades
Sentirei saudades de um passado que não volta mais.
Mas tenho de olhar para o futuro,
Um futuro cheio de esperanças,
Cheio de medos,
Cheio de expectativas.
Agradeço a todos que me ajudaram a caminhar por esta trilha da vida,
Por facilitar a caminhada
E por muitas vezes caminharem junto comigo.
Agradeço a todos que me irritaram,
Me menosprezaram,
Me fizeram crescer.
A vida segue,
Os planos mudam,
Mas o aprendizado fica.
Aqueles que amei muito estarão para sempre comigo,
Afinal, aqueles que realmente amamos sempre nos acompanha, independente dos caminhos.
Uma batalha está por vir, e temos de ganhar essa luta com muita garra e euforia,
Vamos conseguir, sei que vamos.
Agradeço e deixo aqui as minhas eternas saudades.
Obrigada a todos que fizeram parte de uma história muito bem vivida,
Agora seguirei em paz, com a certeza de que cumpri meu papel.
Encaremos o amanhã e deixemos um adeus para o passado, com muito amor e carinho.
J.H.C
sexta-feira, 3 de dezembro de 2010
quarta-feira, 1 de dezembro de 2010
Execução!
Casacos brancos, pessoas brancas
Gritos a todo o momento
Dor.
Não consigo me mexer
Não consigo respirar
Gás.
Preso num pesadelo
Sombras a minha volta
Alucinação.
Num mundo escuro
Nada vem à cabeça
Sofrimento, gritos, dor
E no meio disso surge a risada.
Ela vem estridente, bate nos ouvidos
Já não posso olhar para cima,
Não posso olhar para os lados
Muito menos para baixo
Feche os olhos.
E com isso vem o alívio
A mente resplandece
A alma transcende
E de longe você vê um corpo
Mutilado, machucado, maltratado
Vejo o gás, a camisa de força
Vejo a injeção, vejo os culpados
Vejo tudo, Vejo o buraco.
No meio da testa, no meio das ideias
Tento contestar, refutar,
Mas já passou
Flutuo e me dissipo
Morro.
Lucas de Figueiredo
Gritos a todo o momento
Dor.
Não consigo me mexer
Não consigo respirar
Gás.
Preso num pesadelo
Sombras a minha volta
Alucinação.
Num mundo escuro
Nada vem à cabeça
Sofrimento, gritos, dor
E no meio disso surge a risada.
Ela vem estridente, bate nos ouvidos
Já não posso olhar para cima,
Não posso olhar para os lados
Muito menos para baixo
Feche os olhos.
E com isso vem o alívio
A mente resplandece
A alma transcende
E de longe você vê um corpo
Mutilado, machucado, maltratado
Vejo o gás, a camisa de força
Vejo a injeção, vejo os culpados
Vejo tudo, Vejo o buraco.
No meio da testa, no meio das ideias
Tento contestar, refutar,
Mas já passou
Flutuo e me dissipo
Morro.
Lucas de Figueiredo
Light of the Idea
E no meu quarto,
Em frente à janela
Meu pensamento escorre
Poluindo o papel
E a ideia surge dali
Um pequeno ponto de luz
Iluminando a vida
Escurecendo a dor
O intenso é minha palavra
O ego, meu jogo
E a vida vira uma roleta
Ora sim, ora não
Três letras, duas escolhas
E aqui os caminhos se dividem
Eu me junto em você
E me separo de meu corpo
Eu flutuo, no meio do papel
Um ponto branco, uma ideia
A vida se Ilumina
A dor se escurece
A Intenção se revela
A palavra é dita
A escolha é feita
E eu continuo em frente à janela
E o mundo gira
A vida gira
Meu pensamento escorre...
E o papel vive!
Lucas de Figueiredo
Sua inspiração está sendo maravilhosa!!
J.H.C
Em frente à janela
Meu pensamento escorre
Poluindo o papel
E a ideia surge dali
Um pequeno ponto de luz
Iluminando a vida
Escurecendo a dor
O intenso é minha palavra
O ego, meu jogo
E a vida vira uma roleta
Ora sim, ora não
Três letras, duas escolhas
E aqui os caminhos se dividem
Eu me junto em você
E me separo de meu corpo
Eu flutuo, no meio do papel
Um ponto branco, uma ideia
A vida se Ilumina
A dor se escurece
A Intenção se revela
A palavra é dita
A escolha é feita
E eu continuo em frente à janela
E o mundo gira
A vida gira
Meu pensamento escorre...
E o papel vive!
Lucas de Figueiredo
Sua inspiração está sendo maravilhosa!!
J.H.C
Ignorância
E um idiota passa o tempo
Não tem nada para fazer
Sai correndo
Vai para um mundo onde não há nada
O mundo vazio
O mundo da ignorância
E logo quando ele entra
Ele se prende nas cordas
E elas chicoteiam a alma
Ele sofre, mas é o que lhe resta
Ele não pode fazer nada
É ignorante
Ele não pode fazer nada
Está inoperante
E as cordas chicoteiam
O sangue escorre
E as cordas chicoteiam
Mas a alma não se dissolve
E naquele mundo ele sorri
Nada ele pode fazer
Sofrer já sofre
Por que viver?
Ele não tem escolha
Ele não morre!
E ao som das cordas
O sangue escorre...
O sangue escorre...
O mundo da ignorância machuca e acolhe
O mundo o faz sofrer
Mas ele não liga
Nada tenta fazer
E ao som das cordas
Besteiras são escritas
e ele nada pode fazer
O mundo da ignorância machuca
mas acolhe
E ele não morre
mas o sangue escorre...
o sangue escorre...
Lucas de Figueiredo
O mundo é cheio de loucos, mas dependendo da sua loucura, os resultados podem ser temerosos.
J.H.C
Não tem nada para fazer
Sai correndo
Vai para um mundo onde não há nada
O mundo vazio
O mundo da ignorância
E logo quando ele entra
Ele se prende nas cordas
E elas chicoteiam a alma
Ele sofre, mas é o que lhe resta
Ele não pode fazer nada
É ignorante
Ele não pode fazer nada
Está inoperante
E as cordas chicoteiam
O sangue escorre
E as cordas chicoteiam
Mas a alma não se dissolve
E naquele mundo ele sorri
Nada ele pode fazer
Sofrer já sofre
Por que viver?
Ele não tem escolha
Ele não morre!
E ao som das cordas
O sangue escorre...
O sangue escorre...
O mundo da ignorância machuca e acolhe
O mundo o faz sofrer
Mas ele não liga
Nada tenta fazer
E ao som das cordas
Besteiras são escritas
e ele nada pode fazer
O mundo da ignorância machuca
mas acolhe
E ele não morre
mas o sangue escorre...
o sangue escorre...
Lucas de Figueiredo
O mundo é cheio de loucos, mas dependendo da sua loucura, os resultados podem ser temerosos.
J.H.C
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