terça-feira, 13 de setembro de 2016

O amor da minha vida

Começou com Gregório, dizendo o quanto amava Clarice e toda aquela polêmica sobre se o texto era ou não um jogo de marketing.
Eu honestamente acredito que qualquer pessoa que escreva o que ele escreveu, sobre o que escreveu, querendo apenas se divulgar, mereceria a solidão eterna... Não, não acredito que ele falaria tão profundamente algo tão pessoal apenas para isso.
Depois veio Ricardo, descrevendo o quanto Jú era a mulher da sua vida, e que nenhuma das outras lhe dava a alegria que um dia ela lhe deu.
Abriu a minha curiosidade sobre a situação, pois Ricardo se descreve como Zé Eduardo, o que não faz sentido, seria mais um texto de marketing?
Estou cansada dessa falta de amor, desses textos lindos e incríveis que expressam sentimentos tão profundos, e que no fim, não passam de ilusões para iludir outras pessoas.
Ninguém mais se ama realmente, ninguém mais se entrega, os sentimentos parecem cada vez mais descartáveis, e é por isso que eu vim aqui dizer, se você por um acaso está lendo isso Fernando, este texto é pra você! 
Meu grande amor, minha grande alegria, nós não vivemos muito tempo juntos para podermos dizer que temos histórias mirabolantes para contar, e nem tivemos grandes momentos marcantes para fingirmos que tudo aquilo pareceu um filme de Hollywood, mas nós vivemos!
Vivemos sim, o companheirismo de se ter uma pessoa do lado para contar e dividir os problemas, vivemos a diversão de apostar, perder e ganhar no vídeo-game como se fossemos crianças.
Ninguém nunca vai saber o quão gostoso é passar madrugadas inteiras vendo série e tomando sorvete com ganache, rindo até a barriga doer, ou chorando até se sentir aliviado de poder ter para quem contar os seus sentimentos mais profundos.
De abrir a porta e os olhos encontrarem a coisa mais preciosa que você era pra mim, e nada mais importar...
Esses momentos ficam se repentindo na minha cabeça como se fossem um filme e eu fico me perguntando por que acabou tão cedo... Tão rápido... De forma tão brusca e repentina??
Esses momentos foram únicos Fernando, tão únicos que não existe uma só pessoa que consiga substituir o que eu sentia com você, e muito embora o texto seja simplório, é da mais pura honestidade.
Pra mim, isso foi amor e você, o amor da minha vida!
Beijos carinhosos da sempre sua,

Jéssica Curto

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