domingo, 26 de maio de 2013

Das ruas para quatro paredes


Uma das inspirações da 2ª Bienal Internacional Graffiti Fine Art surgiu como resultado do sucesso das mostras Grafitti Fine Art. O Museu Brasileiro de Escultura (MUBE) criou essa bienal e, em setembro de 2010, uniu os principais nomes da arte urbana do mundo inteiro, com ênfase no Brasil.
Para o grafiteiro Davi Melo Santos, “a arte do grafite toca todo mundo independentemente da classe social”, algo que se verifica nessa exposição. A curadoria ficou por parte de Binho Ribeiro.
A garçonete Ana Maria Costa dos Santos, de 27 anos, não sabe grafitar, mas, como uma boa torcedora do Corinthians, mandou fazer o símbolo do timão grafitado em sua parede. “Acho interessante essa arte e quis levar um pouco para dentro do meu quarto. Deu um toque diferente na decoração.”
Essa manifestação artística é uma arte contemporânea, nascida em 1970, em Nova York, e até hoje tem um valor mundialmente conhecido e quebra os paradigmas da arte ao revelar um artista próximo ao público, que não se isola para criar.

Vanessa Silva


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