terça-feira, 2 de novembro de 2010

Abrirei mão

É triste algo impossível sonhar:
Por mais que te ame e por te amar, cresça
Jamais serei um homem que mereça
Contigo ver estrelas ao luar

Coisa alguma me tinha encantado
Até então à minha estada na Terra.
Você me aparece e eu, fascinado
Declaro a todos – sem nem pensar - guerra.

Esta batalha não tem vencedor
Aliás, nem chegou a acontecer
Porque para evitar o grande mal

De qualquer dia te fazer sofrer
Abrirei mão do meu imenso amor
Ainda que a mim isso seja fatal.

Rafael Cardoso

Lindo!! Sem palavras pra sua criatividade. Estou emocionada!!

J.H.C




2 comentários:

  1. Que poema triste! Primeiro, nada o encantava na terra, entao era uma existencia bem pobre. Depois ele acha alguem maravilhoso, mas abre mao, entao e um sofrimento sem igual! :0

    P.S. Ainda assim, foi bem-feito e criativo!
    P.P.S. Acredito que voce confundiu e na antepenultima e penultima estrofe voce invertou o que era para ser as rimas!

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  2. As vezes existe beleza na tristeza, o autor ficará feliz! E verei com ele se está invertido, obrigada!
    Beijos

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